domingo, 19 de fevereiro de 2012

Vá...que depois eu vou!

carnaval 2012 by Silvianasci (Simno)
carnaval 2012, a photo by Silvianasci (Simno) on Flickr.

Banda Status e bloco no Circuito Osmar no sábado à tarde

Mais fotos aqui e aqui.

E a festa continua. Clique para ler informações de serviços e telefones úteis para quem participa do Carnaval de Salvador - Bahia 2012

Perdeu algum documento? Vá ao Politeama que há um posto do SAC (Serviço de Atendimento ao Cidadão) para registrar a ocorrência.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

carnaval 2012

carnaval 2012 by Silvianasci (Simno)
carnaval 2012, a photo by Silvianasci (Simno) on Flickr.

Telefones úteis

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Telefones úteis: é sempre bom ter à mão

Clique aqui para ler informações de serviços e telefones úteis para quem participa do Carnaval de Salvador - Bahia 2012

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Carnaval de Salvador: telefones e endereços úteis

Começou oficialmente nesta quinta-feira, 16, o Carnaval de Salvador, com a entrega da chave da cidade pelo prefeito João Henrique Carneiro ao Rei Momo Léo Boy (Leandro França dos Santos). Até o meio dia da Quarta-feira de Cinzas, 22 de fevereiro, Salvador é só alegria!

Brincar, pular, dançar, sambar. Seja lá qual for o verbo para se referir ao Carnaval, todos querem conjugá-los com segurança. Neste post, selecionei telefones e endereços úteis de serviços da cidade de Salvador, para a sua tranquilidade durante os próximos dias de festa. Anote ou guarde o link, caso precise - espero que não - usar algum deles. As informações serão atualizadas e caso haja um telefone ou endereço de seu interesse que não esteja aqui, deixe um comentário que pesquisarei para você. Bom divertimento. Se beber, não dirija. Evite excessos, mas seja feliz! Anote aí...

Centro de Atendimento para a Imprensa

Na sede da Fundação João Fernandes da Cunha (prédio branco), localizada na saída da passarela oficial do Circuito Osmar/Campo Grande, funciona a Sala de Imprensa do Carnaval 2012

Portal Oficial Carnaval 2012 Governo do Estado

Portal oficial Carnaval 2012 Prefeitura de Salvador

Disque Turismo: (71) 3103-3103

Prefeitura - Salvador Atende (Informações): 156

Governo Ouvidoria Geral: 0800-284-0011

Central de Polícia e Bombeiros: 190

Polícia Civil: 197

Delegacia de Proteção ao Turista: (71) 3322-7155

Polícia Federal: (71) 3319-6000

Defesa Civil: 199

Atendimento de urgência e emergência SAMU: 192

Hospital Geral do Estado: (71) 3115-5999

CIAC: (71) 2109-3679 / 2109-3641 (informação e reclamação s/ serviço de táxi e ônibus urbanos). Informações gerais

Juizado da Infância e Juventude: Sede - Rua Agnelo de Brito, 72 Avenida Garibaldi (71) 3203-9300 / 3203-9328/ Postos no Aeroporto de Salvador, Rodoviária e Pelourinho, Igreja Batista Sião (Campo Grande), e Rua Marques de Leão, 217 (Barra).

Postos de Informações ao Turista: Aeroporto Internacional Dep. Luís Eduardo Magalhães - (71) 3204-1444 / Pelourinho - Rua das Laranjeiros, 2 - (71) 3321-2133/2463 / Rodoviária - Av. Antônio Carlos Magalhães, 4362, Iguatemi - (71) 3450 3871

Aeroporto / Infraero: (71) 3204-1010

Rodoviária de Salvador: (71) 3616-8357 / 8358

Agerba (ônibus interestaduais): (71) 3450-4946 (informação) 0800-071-0080 (reclamação)

Observatório da Discriminação Racial, Violência Contra a Mulher e LGBT: Ladeira de São Bento (Avenida 7 - centro da cidade); Cruzeiro do São Francisco (Terreiro de Jesus); Lapa; Camarote Casa dos Bailes - Casa D'Itália (logo após o Campo Grande); Assufba (Federação) e Faculdade Social da Bahia (Ondina).

Procon: (71) 3321-4228 / 3321-3885

Blocos da Central do Carnaval

Vai de táxi? Olha aqui alguns telefones de cooperativas:

Lembrando: os táxis não podem circular nos circuitos

Getax Prefeitura de Salvador: (71) 2109-3676 / 2109-3664

Transfer do aeroporto

Coometas - 71 3244-4500 www.coometas.com.br

Comtas - (71) 3377-6311

Associação de táxi comum do Aeroporto - (71) 3252-2619

Cooperativas urbanas

Elitte - (71) 3460-4040 www.elittetaxi.com.br

Teletaxi - (71) 3341-9988

Use Táxi - (71) 3256-7107

Rodo Táxi - (71) 3388-4111

Ligue Táxi - (71) 3357-7777

Alô Taxi - (71) 3381 4411 / 0800 073 4411

Central Radio Táxi - (71) 3324-4333

Chame Táxi - (71) 3241-2266

Veja outros serviços disponíveis aqui

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A sinuosa Avenida Contorno

sinuosa by Silvianasci (Simno)
sinuosa, a photo by Silvianasci (Simno) on Flickr.

Vista, aqui, do mirante do Largo dos Aflitos, a Avenida Contorno liga as Cidades Alta e Baixa. Nela está localizado o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAMBa), no Solar do Unhão. O conjunto arquitetônico do século 17, tombado como patrimônio histórico, foi engenho de açúcar, ainda mantém características originais, abriga obras de grandes artistas brasileiros e um museu ao ar livre, o Parque de Esculturas, com obras de Bel Borba, Carybé, Chico Liberato, Emanoel Araújo, Fernando Coelho, Juarez Paraíso, Mário Cravo Júnior, Mestre Didi, Sante Scaldaferri, Siron Franco, Tati Moreno e Vauluizo Bezerra. No Solar do Unhão fica, ainda, um dos principais restaurantes de comidas típicas e um bar à beira da Baía de Todos os Santos, excelente local para apreciar o por-do-sol. Na foto, as residências da Praia da Gamboa.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Avenida é tudo de bom!

tudo calmo aqui...
Torres da igreja das Mercês no circuito da avenida

Estou nessa campanha. O circuito tradicional não pode acabar. Para o turista que só terá os dias de folia para visitar Salvador, ele representa uma oportunidade de levar, além das lembranças do carnaval de rua, um pouco das imagens de atrativos turísticos que são verdadeiros cartões-postais da Cidade da Bahia.

Vamos fazer um roteiro que será seguido pelos dois blocos sem corda que indiquei no blog: o Vá...que depois eu vou! e o Conhaque do Zé. Vá pulando, dançando, cantando e olhando.

Saimos para a avenida pela Rua do Politeama e passamos pelo Instituto Feminino da Bahia, onde há os museus do Traje e Henriqueta Catharino. Ao entrar na avenida, vemos logo a Casa D'Itália, no entroncamento entre a saída do Forte de São Pedro e a Rua Carlos Gomes. Construído por membros da colônia italiana na Bahia, o local abrigou o primeiro camarote que levou o nome da cantora Ivete Sangalo, uns anos atrás. Como o local é o encontro de três artérias, é comum acontecer de trios e bandas pararem para os cumprimentos e shows juntos.

Avenida com as esquinas do Politeama e a rua do forte

Seguindo em frente, a Igreja de Nossa Senhora das Mercês (foto que abre o post) e, em seguida, a Igreja do Rosário. Continuamos até a Piedade, onde você verá o jardim que homenageia os mártires da Revolta dos Alfaiates. Apesar de cercada por tapumes, na praça há equipamentos de apoio aos foliões. Ali você vê a Igreja de São Pedro, onde aconteceu o primeiro casamento do cantor Caetano Veloso. Não teve espaço para o tanto de gente que compareceu para ver o seu artista mais famoso e a irmã, Maria Bethânia. A Igreja da Piedade fica do outro lado da praça e quase defronte o Gabinete Português de Leitura, um dos dois únicos exemplos de estilo Manuelino (em Portugal, o Mosteiro dos Jerônimos é o melhor exemplo) do Brasil.

Praça da Piedade, onde ficam equipamentos de apoio ao folião

O repórter Zé Bin e o cinegrafista Jansen fazem pose na praça do Relógio de São Pedro

Seguindo adiante, o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, na esquina da praça e, após ele, o Relógio de São Pedro, com o monumento ao Barão do Rio Branco. Nos anos 70, o Relógio era parada obrigatória dos trios elétricos para saudar artistas e universitários que ali se concentravam. Na Ladeira de São Bento, há o mosteiro e no final da ladeira, ela, a Praça do Povo, tão cantada por Moraes Moreira. Aos pés da estátua do poeta Castro Alves, artistas paravam para brincar o carnaval e esperar o encontro de trios, o auge dos carnavais passados. Todo mundo ia pra lá. Na praça também há o busto dedicado aos criadores do trio elétrico, Dodô & Osmar, quase defronte ao antigo teatro depois cine Guarany (mais tarde Glauber Rocha e hoje Centro Cultural)

Busto homenageia os criadores do trio elétrico

Praça e a estátua do poeta, que será protegida pelo palco

Daí para o Circuito Batatinha (Pelourinho) é um pulo. Ou melhor, vá pulando, passando pela Praça Municipal, da e Terreiro de Jesus. Boa festa!

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Bloco de sopro e percussão: vamos?


Espaço múltiplo, um grande festival, o carnaval de Salvador reúne atrações para todos os gostos. Muitos trios elétricos, blocos e camarotes fazem a alegria de quem vem à cidade nesta época. Mas o que de mais interessante a cidade apresenta são os personagens de rua. O contato com eles acontece pra quem brinca diretamente nos circuitos, sem cordas ou cordeiros.

O bloco que apresento neste post, Vá...que depois eu vou nasceu entre amigos e é mais um daqueles grupos bacanas do carnaval da Cidade da Bahia, feito no chão, com pessoas que te fazem rir, onde o folião desfila perto da banda e, se a cara-de-pau for muita, pode até pedir: "toca aquela do ..." que o maestro provavelmente não atenderá pois já tem o repertório pronto!

Politeama, bairro tradicional com seu casario antigo

Usei a palavra bacana porque, antiga, dá a dimensão das boas lembranças que a pauta trouxe para o blog. Destino: Politeama, centro de Salvador. O bairro, residencial e tradicional, ainda tem alguns exemplos da arquitetura dos anos 40 e 50, mas não tem apelo turístico, embora nele fiquem dois interessantes museus: o do Traje e do Têxtil, de moda das décadas de 30 a 50 do seculo 20, e o Henriqueta Catharino, de mobiliários dos séculos 18 e 19, ambos na Fundação Instituto Feminino da Bahia.

Atração do bairro: museus do Instituto Feminino da Bahia

Porém, está intimamente ligado à história da expansão de Salvador, na década de 1970, quando começaram a ser abertas as avenidas de vale. Ele dá acesso ao Vale dos Barris e daí para artérias importantes como Vasco da Gama, Centenário, Bonocô, entre outras. Um braço do Dique do Tororó chegava até o chamado Politeama de Baixo, onde hoje fica o Complexo de Delegacias. A área conhecida como Estacionamento dos Barris era uma grande roça, com árvores frutíferas e hortas. No plano de expansão, as terras foram desapropriadas e deram lugar a avenidas, quadras, estacionamento, delegacias...

Jayme e a camisa deste ano: homenagem ao amigo Raul

O bloco Vá...que depois eu vou desfila no sábado de Carnaval (18 de fevereiro). Sem a corda que separa foliões pipoca e integrantes, estes se reconhecem pela camisa (R$ 60, com direito a feijoada, cerveja, refrigerante e água). O trajeto é no Circuito Osmar / Avenida 7, mas a concentração, a partir das 10h, e a saída, às 13h30, acontecem no bairro. O interessante, e por isso o recomendo ao turista, é que nele pode-se sentir o clima dos antigos carnavais, que destacou a Festa de Momo em Salvador.

2011: músicos animam concentração do Vá...que depois eu vou

Conversar sobre ele com o professor Jayme Quintas, que criou o bloco com o amigo e vizinho Ricardo Pedreira, foi voltar no tempo e recordar personagens e agremiações que já fizeram parte do nosso Carnaval. O Politeama, conta Jayme, é um bairro cujo nome, na essência, significa muita diversão. Ao lado dele, dona Janice, 84 anos, lembra que ouvia do pai as histórias sobre o campo que ali havia, onde montavam-se circos e parques. Não existia, então, o Instituto Feminino. O bairro contou, também, com um teatro importante para a cidade.

Jorge Amado, tema do carnaval 2012, adaptado ao bloco do Politeama

Quem é das antigas, ainda lembra que é dali o famoso Bafo do Jegue, que teve origem da brincadeira de um morador chamado Hugo, mais alguns amigos que, inspirados pelo Bafo da Onça, bloco do Rio de Janeiro, cidade onde passara uma temporada, pegaram emprestado o jegue que pertencia a outro, de nome Tapioca, enrolaram o animal com papel higiênico, vestiram-se com lençóis (que mais tarde daria origem à mortalha, indumentária carnavalesca que precedeu o macacão e o abadá, nesta ordem) e saíram do Politeama para brincar nas ruas. O povo, claro, foi atrás. O bairro tinha, ainda, a Escola de Samba Polytheama, três vezes campeã baiana, e outra agremiação muito conhecida, o Previsão (das décadas de 70 e 80).

Dona Janice, a foliã mais velha do bloco, no desfile de 2011

Vá...que depois eu vou é novo, comparado à toda essa história, nos seis anos de existência. Entre os participantes há médicos, professores, delegados, advogados, estudantes, além dos antigos moradores, seus filhos e netos. Na saída e na chegada, por sugestão de dona Janice, a banda toca o Hino ao Senhor do Bonfim, e o repertório da banda Status, do Maestro Magrão, segundo Jayme, vai de marchinhas a sucessos atuais.

Na Avenida 7 foliões na varanda e imponência das Mercês

Antes de ganhar a avenida, foliões e foliãs almoçam a tradicional feijoada (feijão preto e defumados), tomam cerveja e refrigerantes. Enquanto isso, a banda esquenta os instrumentos, tocando para os moradores. No percurso, há paradas no Relógio de São Pedro, e próximo ao Largo das Flores (na Rua Carlos Gomes), "para abastecer", brinca Jayme. O bloco passa por atrações turísticas como a Igreja das Mercês, Igreja do Rosário, Praça da Piedade, Ladeira de São Bento e Praça Castro Alves, de onde retorna. Interessado em participar? Informações: (71) 8125-7082 / 9983-9512. Eu vou.

Momentos de descontração no desfile...

...em que há espaço para jovens...

...de todas as gerações (acervo do bloco Vá...que depois eu vou!)

Confira aqui a programação oficial do Carnaval de Salvador.

E aqui, informações, telefones e endereços úteis para o turista-folião.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Vá...que depois eu vou!

No próximo post vou mostrar a vocês mais um bloco sem corda que desfila pelo Circuito Osmar acompanhado por banda de sopro e percussão. São os chamados blocos de camisa, que agregam não apenas os que estão com a indumentária mas, também, os foliões da pipoca que vão encontrando pelo caminho. Geralmente, estes blocos não passam na passarela oficial do circuito mais tradicional do Carnaval de Salvador, que apresento nas fotos a seguir, para matar a curiosidade dos turistas que a vêem pela tevê nas transmissões da festa.

O Circuito Osmar homenageia um dos criadores do trio elétrico, o músico Osmar Macedo. Começa no Campo Grande e segue pelo Forte de São Pedro, Avenida 7, passando por Mercês, Rosário, Piedade, Relógio de São Pedro, Ladeira de São Bento, Praça Castro Alves, de onde os blocos e trios retornam pela Rua Carlos Gomes (paralela à Avenida 7). Até 1986, era o único circuito oficial do Carnaval de Salvador. Em 1987, a festa ganhou oficialmente o Circuito Dodô, o famoso Barra-Ondina, em homenagem ao outro criador do trio, Antonio Adolfo Nascimento.


O Campo Grande (oficialmente Praça 2 de Julho) é um jardim urbano, criado pelos ingleses no final do século 19, e uma das principais áreas verdes do centro da cidade, com árvores centenárias, bancos, vegetação nativa, flores e o monumento ao 2 de Julho, com a estátua do caboclo, que representa a luta pela independência do Brasil na Bahia. Além do jardim, no bairro há monumentos e atrações como o antigo Hotel da Bahia, que já foi o mais requintando da cidade e está em obras para ser reinaugurado por uma nova rede de hospedagem de luxo; o Teatro Castro Alves, um dos maiores da América do Sul; o antigo Clube Cruz Vermelha, que originou o Carnaval de Salvador com seu desfile de rua, e o Forte de São Pedro, linha defensiva da Cidade da Bahia.

No Campo Grande passamos pela 1ª arquibancada

Entramos na passarela oficial do Circuito Osmar

Do lado esquerdo, camarotes; defronte ficam as TV's

Atrás da passarela, o nosso principal teatro, o TCA

A vista que o folião tem ao entrar na passarela oficial

Na saída, você vê parte da 2ª arquibancada do povão

Daqui, a galera vai em direção à avenida

No próximo post vamos saber que história é essa!