sábado, 18 de fevereiro de 2012
Telefones úteis
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Telefones úteis: é sempre bom ter à mão
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Carnaval de Salvador: telefones e endereços úteis
Brincar, pular, dançar, sambar. Seja lá qual for o verbo para se referir ao Carnaval, todos querem conjugá-los com segurança. Neste post, selecionei telefones e endereços úteis de serviços da cidade de Salvador, para a sua tranquilidade durante os próximos dias de festa. Anote ou guarde o link, caso precise - espero que não - usar algum deles. As informações serão atualizadas e caso haja um telefone ou endereço de seu interesse que não esteja aqui, deixe um comentário que pesquisarei para você. Bom divertimento. Se beber, não dirija. Evite excessos, mas seja feliz! Anote aí...
Centro de Atendimento para a Imprensa
Na sede da Fundação João Fernandes da Cunha (prédio branco), localizada na saída da passarela oficial do Circuito Osmar/Campo Grande, funciona a Sala de Imprensa do Carnaval 2012
Portal Oficial Carnaval 2012 Governo do Estado
Portal oficial Carnaval 2012 Prefeitura de Salvador
Disque Turismo: (71) 3103-3103
Prefeitura - Salvador Atende (Informações): 156
Governo Ouvidoria Geral: 0800-284-0011
Central de Polícia e Bombeiros: 190
Polícia Civil: 197
Delegacia de Proteção ao Turista: (71) 3322-7155
Polícia Federal: (71) 3319-6000
Defesa Civil: 199
Atendimento de urgência e emergência SAMU: 192
Hospital Geral do Estado: (71) 3115-5999
CIAC: (71) 2109-3679 / 2109-3641 (informação e reclamação s/ serviço de táxi e ônibus urbanos). Informações gerais
Juizado da Infância e Juventude: Sede - Rua Agnelo de Brito, 72 Avenida Garibaldi (71) 3203-9300 / 3203-9328/ Postos no Aeroporto de Salvador, Rodoviária e Pelourinho, Igreja Batista Sião (Campo Grande), e Rua Marques de Leão, 217 (Barra).
Postos de Informações ao Turista: Aeroporto Internacional Dep. Luís Eduardo Magalhães - (71) 3204-1444 / Pelourinho - Rua das Laranjeiros, 2 - (71) 3321-2133/2463 / Rodoviária - Av. Antônio Carlos Magalhães, 4362, Iguatemi - (71) 3450 3871
Aeroporto / Infraero: (71) 3204-1010
Rodoviária de Salvador: (71) 3616-8357 / 8358
Agerba (ônibus interestaduais): (71) 3450-4946 (informação) 0800-071-0080 (reclamação)
Observatório da Discriminação Racial, Violência Contra a Mulher e LGBT: Ladeira de São Bento (Avenida 7 - centro da cidade); Cruzeiro do São Francisco (Terreiro de Jesus); Lapa; Camarote Casa dos Bailes - Casa D'Itália (logo após o Campo Grande); Assufba (Federação) e Faculdade Social da Bahia (Ondina).
Procon: (71) 3321-4228 / 3321-3885
Blocos da Central do Carnaval
Vai de táxi? Olha aqui alguns telefones de cooperativas:
Lembrando: os táxis não podem circular nos circuitos
Getax Prefeitura de Salvador: (71) 2109-3676 / 2109-3664
Transfer do aeroporto
Coometas - 71 3244-4500 www.coometas.com.br
Comtas - (71) 3377-6311
Associação de táxi comum do Aeroporto - (71) 3252-2619
Cooperativas urbanas
Elitte - (71) 3460-4040 www.elittetaxi.com.br
Teletaxi - (71) 3341-9988
Use Táxi - (71) 3256-7107
Rodo Táxi - (71) 3388-4111
Ligue Táxi - (71) 3357-7777
Alô Taxi - (71) 3381 4411 / 0800 073 4411
Central Radio Táxi - (71) 3324-4333
Chame Táxi - (71) 3241-2266
Veja outros serviços disponíveis aqui
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
A sinuosa Avenida Contorno
Vista, aqui, do mirante do Largo dos Aflitos, a Avenida Contorno liga as Cidades Alta e Baixa. Nela está localizado o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAMBa), no Solar do Unhão. O conjunto arquitetônico do século 17, tombado como patrimônio histórico, foi engenho de açúcar, ainda mantém características originais, abriga obras de grandes artistas brasileiros e um museu ao ar livre, o Parque de Esculturas, com obras de Bel Borba, Carybé, Chico Liberato, Emanoel Araújo, Fernando Coelho, Juarez Paraíso, Mário Cravo Júnior, Mestre Didi, Sante Scaldaferri, Siron Franco, Tati Moreno e Vauluizo Bezerra. No Solar do Unhão fica, ainda, um dos principais restaurantes de comidas típicas e um bar à beira da Baía de Todos os Santos, excelente local para apreciar o por-do-sol. Na foto, as residências da Praia da Gamboa.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Avenida é tudo de bom!
Torres da igreja das Mercês no circuito da avenida
Estou nessa campanha. O circuito tradicional não pode acabar. Para o turista que só terá os dias de folia para visitar Salvador, ele representa uma oportunidade de levar, além das lembranças do carnaval de rua, um pouco das imagens de atrativos turísticos que são verdadeiros cartões-postais da Cidade da Bahia.
Vamos fazer um roteiro que será seguido pelos dois blocos sem corda que indiquei no blog: o Vá...que depois eu vou! e o Conhaque do Zé. Vá pulando, dançando, cantando e olhando.
Saimos para a avenida pela Rua do Politeama e passamos pelo Instituto Feminino da Bahia, onde há os museus do Traje e Henriqueta Catharino. Ao entrar na avenida, vemos logo a Casa D'Itália, no entroncamento entre a saída do Forte de São Pedro e a Rua Carlos Gomes. Construído por membros da colônia italiana na Bahia, o local abrigou o primeiro camarote que levou o nome da cantora Ivete Sangalo, uns anos atrás. Como o local é o encontro de três artérias, é comum acontecer de trios e bandas pararem para os cumprimentos e shows juntos.
Avenida com as esquinas do Politeama e a rua do forte
Seguindo em frente, a Igreja de Nossa Senhora das Mercês (foto que abre o post) e, em seguida, a Igreja do Rosário. Continuamos até a Piedade, onde você verá o jardim que homenageia os mártires da Revolta dos Alfaiates. Apesar de cercada por tapumes, na praça há equipamentos de apoio aos foliões. Ali você vê a Igreja de São Pedro, onde aconteceu o primeiro casamento do cantor Caetano Veloso. Não teve espaço para o tanto de gente que compareceu para ver o seu artista mais famoso e a irmã, Maria Bethânia. A Igreja da Piedade fica do outro lado da praça e quase defronte o Gabinete Português de Leitura, um dos dois únicos exemplos de estilo Manuelino (em Portugal, o Mosteiro dos Jerônimos é o melhor exemplo) do Brasil.
Praça da Piedade, onde ficam equipamentos de apoio ao folião
O repórter Zé Bin e o cinegrafista Jansen fazem pose na praça do Relógio de São Pedro
Seguindo adiante, o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, na esquina da praça e, após ele, o Relógio de São Pedro, com o monumento ao Barão do Rio Branco. Nos anos 70, o Relógio era parada obrigatória dos trios elétricos para saudar artistas e universitários que ali se concentravam. Na Ladeira de São Bento, há o mosteiro e no final da ladeira, ela, a Praça do Povo, tão cantada por Moraes Moreira. Aos pés da estátua do poeta Castro Alves, artistas paravam para brincar o carnaval e esperar o encontro de trios, o auge dos carnavais passados. Todo mundo ia pra lá. Na praça também há o busto dedicado aos criadores do trio elétrico, Dodô & Osmar, quase defronte ao antigo teatro depois cine Guarany (mais tarde Glauber Rocha e hoje Centro Cultural)
Busto homenageia os criadores do trio elétrico
Praça e a estátua do poeta, que será protegida pelo palco
Daí para o Circuito Batatinha (Pelourinho) é um pulo. Ou melhor, vá pulando, passando pela Praça Municipal, da Sé e Terreiro de Jesus. Boa festa!
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Bloco de sopro e percussão: vamos?
Espaço múltiplo, um grande festival, o carnaval de Salvador reúne atrações para todos os gostos. Muitos trios elétricos, blocos e camarotes fazem a alegria de quem vem à cidade nesta época. Mas o que de mais interessante a cidade apresenta são os personagens de rua. O contato com eles acontece pra quem brinca diretamente nos circuitos, sem cordas ou cordeiros.
O bloco que apresento neste post, Vá...que depois eu vou nasceu entre amigos e é mais um daqueles grupos bacanas do carnaval da Cidade da Bahia, feito no chão, com pessoas que te fazem rir, onde o folião desfila perto da banda e, se a cara-de-pau for muita, pode até pedir: "toca aquela do ..." que o maestro provavelmente não atenderá pois já tem o repertório pronto!
Politeama, bairro tradicional com seu casario antigo
Usei a palavra bacana porque, antiga, dá a dimensão das boas lembranças que a pauta trouxe para o blog. Destino: Politeama, centro de Salvador. O bairro, residencial e tradicional, ainda tem alguns exemplos da arquitetura dos anos 40 e 50, mas não tem apelo turístico, embora nele fiquem dois interessantes museus: o do Traje e do Têxtil, de moda das décadas de 30 a 50 do seculo 20, e o Henriqueta Catharino, de mobiliários dos séculos 18 e 19, ambos na Fundação Instituto Feminino da Bahia.
Atração do bairro: museus do Instituto Feminino da Bahia
Porém, está intimamente ligado à história da expansão de Salvador, na década de 1970, quando começaram a ser abertas as avenidas de vale. Ele dá acesso ao Vale dos Barris e daí para artérias importantes como Vasco da Gama, Centenário, Bonocô, entre outras. Um braço do Dique do Tororó chegava até o chamado Politeama de Baixo, onde hoje fica o Complexo de Delegacias. A área conhecida como Estacionamento dos Barris era uma grande roça, com árvores frutíferas e hortas. No plano de expansão, as terras foram desapropriadas e deram lugar a avenidas, quadras, estacionamento, delegacias...
Jayme e a camisa deste ano: homenagem ao amigo Raul
O bloco Vá...que depois eu vou desfila no sábado de Carnaval (18 de fevereiro). Sem a corda que separa foliões pipoca e integrantes, estes se reconhecem pela camisa (R$ 60, com direito a feijoada, cerveja, refrigerante e água). O trajeto é no Circuito Osmar / Avenida 7, mas a concentração, a partir das 10h, e a saída, às 13h30, acontecem no bairro. O interessante, e por isso o recomendo ao turista, é que nele pode-se sentir o clima dos antigos carnavais, que destacou a Festa de Momo em Salvador.
2011: músicos animam concentração do Vá...que depois eu vou
Conversar sobre ele com o professor Jayme Quintas, que criou o bloco com o amigo e vizinho Ricardo Pedreira, foi voltar no tempo e recordar personagens e agremiações que já fizeram parte do nosso Carnaval. O Politeama, conta Jayme, é um bairro cujo nome, na essência, significa muita diversão. Ao lado dele, dona Janice, 84 anos, lembra que ouvia do pai as histórias sobre o campo que ali havia, onde montavam-se circos e parques. Não existia, então, o Instituto Feminino. O bairro contou, também, com um teatro importante para a cidade.
Jorge Amado, tema do carnaval 2012, adaptado ao bloco do Politeama
Quem é das antigas, ainda lembra que é dali o famoso Bafo do Jegue, que teve origem da brincadeira de um morador chamado Hugo, mais alguns amigos que, inspirados pelo Bafo da Onça, bloco do Rio de Janeiro, cidade onde passara uma temporada, pegaram emprestado o jegue que pertencia a outro, de nome Tapioca, enrolaram o animal com papel higiênico, vestiram-se com lençóis (que mais tarde daria origem à mortalha, indumentária carnavalesca que precedeu o macacão e o abadá, nesta ordem) e saíram do Politeama para brincar nas ruas. O povo, claro, foi atrás. O bairro tinha, ainda, a Escola de Samba Polytheama, três vezes campeã baiana, e outra agremiação muito conhecida, o Previsão (das décadas de 70 e 80).
Dona Janice, a foliã mais velha do bloco, no desfile de 2011
Vá...que depois eu vou é novo, comparado à toda essa história, nos seis anos de existência. Entre os participantes há médicos, professores, delegados, advogados, estudantes, além dos antigos moradores, seus filhos e netos. Na saída e na chegada, por sugestão de dona Janice, a banda toca o Hino ao Senhor do Bonfim, e o repertório da banda Status, do Maestro Magrão, segundo Jayme, vai de marchinhas a sucessos atuais.
Na Avenida 7 foliões na varanda e imponência das Mercês
Antes de ganhar a avenida, foliões e foliãs almoçam a tradicional feijoada (feijão preto e defumados), tomam cerveja e refrigerantes. Enquanto isso, a banda esquenta os instrumentos, tocando para os moradores. No percurso, há paradas no Relógio de São Pedro, e próximo ao Largo das Flores (na Rua Carlos Gomes), "para abastecer", brinca Jayme. O bloco passa por atrações turísticas como a Igreja das Mercês, Igreja do Rosário, Praça da Piedade, Ladeira de São Bento e Praça Castro Alves, de onde retorna. Interessado em participar? Informações: (71) 8125-7082 / 9983-9512. Eu vou.
Momentos de descontração no desfile...
...em que há espaço para jovens...
...de todas as gerações (acervo do bloco Vá...que depois eu vou!)
Confira aqui a programação oficial do Carnaval de Salvador.
E aqui, informações, telefones e endereços úteis para o turista-folião.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Vá...que depois eu vou!
O Circuito Osmar homenageia um dos criadores do trio elétrico, o músico Osmar Macedo. Começa no Campo Grande e segue pelo Forte de São Pedro, Avenida 7, passando por Mercês, Rosário, Piedade, Relógio de São Pedro, Ladeira de São Bento, Praça Castro Alves, de onde os blocos e trios retornam pela Rua Carlos Gomes (paralela à Avenida 7). Até 1986, era o único circuito oficial do Carnaval de Salvador. Em 1987, a festa ganhou oficialmente o Circuito Dodô, o famoso Barra-Ondina, em homenagem ao outro criador do trio, Antonio Adolfo Nascimento.
O Campo Grande (oficialmente Praça 2 de Julho) é um jardim urbano, criado pelos ingleses no final do século 19, e uma das principais áreas verdes do centro da cidade, com árvores centenárias, bancos, vegetação nativa, flores e o monumento ao 2 de Julho, com a estátua do caboclo, que representa a luta pela independência do Brasil na Bahia. Além do jardim, no bairro há monumentos e atrações como o antigo Hotel da Bahia, que já foi o mais requintando da cidade e está em obras para ser reinaugurado por uma nova rede de hospedagem de luxo; o Teatro Castro Alves, um dos maiores da América do Sul; o antigo Clube Cruz Vermelha, que originou o Carnaval de Salvador com seu desfile de rua, e o Forte de São Pedro, linha defensiva da Cidade da Bahia.
No Campo Grande passamos pela 1ª arquibancada
Entramos na passarela oficial do Circuito Osmar
Do lado esquerdo, camarotes; defronte ficam as TV's
Atrás da passarela, o nosso principal teatro, o TCA
A vista que o folião tem ao entrar na passarela oficial
Na saída, você vê parte da 2ª arquibancada do povão
Daqui, a galera vai em direção à avenida
No próximo post vamos saber que história é essa!
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Barroquinha ganha exposição sobre carnavais antigos
Antiga igreja hoje é um centro cultural da prefeitura
Em uma semana começa o Carnaval que, em Salvador tem, oficialmente, cinco dias, desde que, em 1981, entusiasmado pelo sucesso do ano anterior, o então governador Antonio Carlos Magalhães (1927-2007), em seu segundo mandato (1979-1983) assinou decreto instituindo ponto facultativo na sexta-feira, criando um dia a mais para a festa, que antes era realizada de sábado a terça-feira.
Para quem gosta muito de folia e de história, há uma programação interessante que começa a partir desta segunda-feira, 13, em dois espaços culturais do Centro Histórico. A exposição Memória do Carnaval, da Fundação Gregório de Mattos, acontece na Casa do Benin (Pelourinho) e no Espaço Cultural da Barroquinha. As fotografias fazem parte dos acervos do Arquivo Histórico Municipal e da Secretaria de Comunicação (Secom), apresentando como era o estilo da festa desde a década de 1940 (século 20) até os dias atuais.
A Barroquinha é um dos sítios importantes da cidade antiga e tem história intimamente ligada à descendência africana do povo de Salvador. Um dos acessos ao bairro é feito pela escadaria (antes ladeira), localizada exatamente entre o final da Avenida 7 e o início Praça Castro Alves. A Avenida 7, no centro da cidade, tem sentido único com destino ao Centro Histórico, e a escadaria da Barroquinha fica logo à direita, ao final da Ladeira de São Bento.
Antigo Cine Glauber Rocha visto do acesso a Barroquinha
Por este acesso, não há como passar de carro. Após a escadaria estão as barracas de comércio informal, com artigos diversos, material de couro e as ervas aromáticas e religiosas. Entre os vendedores de folhas, está a simpática Rosa Neris, moradora do bairro do Lobato que, há 20 anos, diz ela, trabalha no local, recebe moradores da cidade e turistas interessados nos famosos banhos perfumados. Rosa até dá algumas dicas, é só perguntar. "Turista vem muito aqui", comemora, embora com um tanto de desânimo por causa do baixo movimento registrado durante os dias de greve de parte dos policiais militares da Bahia (iniciada em 31 de janeiro).
A vendedora mostra a variedade de folhas para 'banhos'
O Espaço Cultural ocupa o prédio restaurado da antiga igreja de Nossa Senhora da Barroquinha. A área tem história relacionada ao primeiro terreiro de Candomblé da Bahia, que deu origem aos que hoje carregam o título de mais antigos e importantes representantes da religião afro-brasileira, como a Casa Branca (atualmente localizado na Avenida Vasco da Gama), o Ilê Axé Opô Afonjá (São Gonçalo) e o Gantois (Federação). O terreiro primitivo ficava no terreno onde foi erigido o templo, tombado como patrimônio histórico em 1941. A igreja, construída entre 1722 e 1726, sofreu incêndios, teve imagens roubadas e ficou por anos em abandono, até ser reformada e transformada no espaço cultural em 2009.
O público que for conferir a mostra apreciará os antigos trios e fantasias utilizados pelos baianos desde a década de 40 aos dias atuais para comemorar no Carnaval, destacando sua evolução e levando à reflexão sobre o significado da festa para a cidade, sua cultura e sua economia. Fonte: FGM
Detalhe da lateral do antigo templo de 1726
A exposição pode ser vista de 13 (inauguração às 16h na Casa do Benin) a 29 de fevereiro de 2012, das 9 às 17h, com entrada gratuita.






























