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sexta-feira, 30 de março de 2012

Humoristas baianos fazem maratona de 24 horas de shows

O Castro Alves (1958/1967) já foi o maior teatro da América do Sul


Com atrações pagas e outras gratuitas, a proposta de fazer o povo rir por um dia e noite inteiros, em diversos espetáculos, esquetes, exposições, entre outros, o Festival de Humor da Bahia - Fhubá é a recomendação do blog para o turista que estará na capital baiana neste fim-de-semana. A virada humorística da cidade,nos dias 31 de março e 1º de abril (sábado e domingo),  segundo os organizadores, terá mais de 24 horas de shows ocupando a  Sala Principal, Sala do Coro, Foyer, Vão Livre e demais dependências do complexo do Teatro Castro Alves, no Campo Grande, centro da cidade.


Os nomes que idealizaram e comandam o espetáculo já são garantia de que vai ser um programa muito interessante tanto para turistas quanto para os moradores de Salvador que apreciam uma boa comédia. A equipe é formada por Andrezão Simões, Fernando Guerreiro e Jonga Cunha, que apresentam o irreverente programa de rádio, Roda Baiana (Metrópole), unida a Nivaldo Lariú (autor do Dicionário de Baianês, um livreto com os termos regionais e gírias mais usados pelo povo de Salvador). O objetivo, afirmam, é "reunir a diversidade de pensamento e expressão do humor baiano e promover o acesso da população ao mundo da comédia".


Outros que são garantia de muitas risadas são os atores Luís Miranda e Renato Piaba, além do grupo Los Catedrásticos. O humor gráfico vai ganhar espaço com a exibição de trabalhos dos cartunistas Lage, Setúbal, Flávio Luiz e Cau Gomez. Os espetáculos serão completados por anônimos, transformistas e personagens populares, em apresentações espontâneas ou provocadas, como um show coletivo de humor, com interação e improviso.


A virada de humor começa no dia 31, às 19 h, no foyer do TCA e a abertura tem entrada gratuita. Outros esquetes terão acesso gratuito, como o Fhuleragem e improviso, no vão livre do teatro, também no sábado, às 23 h. A programação completa pode ser conferida no site do evento e os ingressos já estão a venda  nos SACs dos shoppings (Barra e Iguatemi) e na bilheteria do Teatro Castro Alves.





Fachada principal do complexo Teatro Castro Alves



O arrojado projeto do Teatro Castro Alves é de autoria dos arquitetos Bina Fonyat e Humberto Lopes. Recebeu menção honrosa na 1ª Bienal de Artes Plásticas de Teatro, em São Paulo. A construção ficou a cargo da empresa Norberto Odebrecht. As obras começaram em 2 de julho de 1957.



Vista lateral do TCA



No dia 9 de julho de 1958, cinco dias após a inauguração, o Teatro Castro Alves foi atingido por um incêndio que destruiu suas dependências. O TCA só foi reinaugurado após uma grande reforma, concluída quase uma década depois, no dia 4 de março de 1967. Não houve vítimas no incêndio. Fonte: TCA


O Festival de Humor da Bahia é produzido pela Caderno 2 Produções Artísticas e Digaí Comunicação, tem o patrocínio da Oi, através do Programa de Incentivo à Cultura do Governo do Estado da Bahia (FazCultura), e apoio do Oi Futuro, Teatro Castro Alves, Grupo Metrópole de Comunicação, Rede Bahia e Grupo Pereira de Souza. Fonte: Secom-BA. Fotos: salvadoremumdia/Silvia Maria nascimento


sábado, 7 de janeiro de 2012

Piedade

Depois de passar pelo Campo Grande, a caminho do Centro Histórico, e pela Avenida Sete, chega-se à Praça da Piedade. Este caminho corresponde ao Circuito Osmar do Carnaval da Bahia (Campo Grande - Praça Castro Alves). A Praça é composta pela igreja (do século XX, de acordo com o historiador Cid Teixeira) que lhe dá o nome, o Gabinete Português de Leitura, uma das duas únicas construções no estilo Manuelino existentes no Brasil (a outra é o RGPL do Rio de Janeiro), a Igreja de São Pedro e, nas proximidades, o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, além de dois grandes shopping centers. O bairro fica próximo a Nazaré, Barris, Politeama e São Pedro.

"A Piedade se faz presente na história da Bahia, principalmente no episódio da Revolta dos Alfaiates, quando os seus mártires foram enforcados na forca que existia no centro da praça, que já foi a principal de Salvador."
Leia mais em Cultura todo dia da Fundação Gregório de Mattos.