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| Sopro e percussão no desfile de apresentação do Furdunço |
O Furdunço é algo como se o Carnaval de Salvador voltasse às suas origens: mais fantasias, mais cor, mais manifestações espontâneas dos foliões e menos abadás e cordas. Não se pode negar a importância dos blocos no Carnaval, assim como os camarotes, mas a cidade não pode perder o que tem de mais bonito: o folião pipoca. Por isso, como há gosto para tudo e com cada público em seu lugar, aplaudo o Furdunço.
Não fui neste domingo à Barra, porque prefiro ver a manifestação cultural-carnavalesca na sexta-feira, 13, quando o desfile acontecerá, com 27 atrações, no Campo Grande (Circuito Osmar), em meio à folia. Neste post vou usar algumas informações fornecidas pela Prefeitura de Salvador, cuja equipe já está empenhada na festa.
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| Movimento dá prioridade ao Carnaval "pé no chão" (Foto: Max Hacck/Agecom) |
O prefeito ACM Neto participou do evento na Barra e disse, em entrevista coletiva, sua pretensão de acrescentar o domingo que antecede o Carnaval à programação oficial da festa justamente com as manifestações culturais do Furdunço. Segundo ele, o futuro do Carnaval de Salvador passa pelo movimento, que ganha cada vez mais adeptos.

