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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Museu mais antigo da Bahia abre exposição comemorativa

Quadros, porcelanas e cristais integram acervo (Fotos: MAB?divulgação)

O “24 anos na história do Museu de Arte da Bahia” estão sendo apresentados ao público em uma exposição que vai até março de 2015. Entre as obras, há gravuras de Debret, quadros de Rescala e mapas antigos de Lisboa e de Salvador.

A exposição apresenta obras de arte a mapas, painéis de azulejo, peças de vestuário feminino e porcelanas, entre outros.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

“Mestres da Gravura” até domingo no Museu de Arte da Bahia

(Foto: Mateus Britto/MAB/divulgação)

A exposição “Mestres da Gravura”, no Museu de Arte da Bahia (Secult), com 170 gravuras de grandes artistas europeus do século XV ao século XVIII, ainda pode ser visitada até este domingo, 31. Estão expostas obras de Dürer, Rembrandt, Piranesi, Goya, J. Callot, Van Dyck, dentre outros.

O conjunto apresentado pertenceu a Real Biblioteca de D. João VI,  por ele trazida para o Brasil em 1808, quando a família real portuguesa e sua corte, fugindo da invasão de Napoleão a Portugal, mudou-se para a colônia. Posteriormente, o conjunto de obras de arte passou a integrar o acervo da Biblioteca Nacional.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Museus promovem música de concerto nesta sexta

http://salvadoremumdia.blogspot.com
O belo Palacete das Artes, na Graça é cenário ideal para a música de concerto

Nem só de axé e pagode vive a cena musical de Salvador, na Bahia. Nesta sexta-feira, 10, os amante da música erudita terão dois bons programas para se deleitar. O Palacete das Artes (na Graça) e o Museu de Arte da Bahia (no Corredor da Vitória) promovem apresentações com o Sexteto Opus Lúmen e Camerata “Quarteto Novo”, respectivamente. E o melhor: a entrada será gratuita!

A primeira, às 15h, acontece na Galeria Mansarda do Palacete (Graça), e traz o sexteto Opus Lúmen, da Orquestra Sinfônica da Bahia. O grupo executa peças eruditas contemplando a música clássica, passando pela popular elitizada. É composto de um quinteto de sopros com percussão e representa, junto com o quarteto de cordas, uma das formações de câmara mais tradicionais da música erudita.

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Museu de Arte da Bahia, que foi casa dos governadores, recebe músicos da Osba


Já no Museu de Arte, às 18h, é a vez do público acompanhar a Camerata Quarteto Novo, também da Osba. O grupo tem uma formação bastante diferente das cameratas tradicionais, pois possui dois instrumentos da família das madeiras (flauta transversal e fagote) e dois instrumentos da família das cordas (violoncelo e violino), o diferencial criado por essa formação facilita que os quatro instrumentos sejam facilmente distinguidos mesmo quando estão tocando juntos.



Arranjos de "Carinhoso" (Pixinguinha) e "Yesterday" (Lennon&MacCartney, The Beatles) estão lado a lado com o famoso quarteto de Mozart "Eine kleine nachtmusic" (Serenata Noturna), bastante conhecida pelo público em geral, fazendo com que este se aproxime mais da "Música Erudita" ou a "Música de Concerto". Dvorak, Devienne, Eilenberg e Brahms, entre outros, completam o repertório bastante variado.

O Sexteto Opus Lúmen é formado pelos músicos Solamy Oliveira (clarinete), Gustavo Seal (oboé), Ilza Cruz (fagote), Davi (trompa), Antonio Caros (flauta), Humberto (percussão). Já o Quarteto Novo tem como integramntes André Becker (Flauta), Mario Soares (Violino), Djalma do Nascimento (Violoncelo), Ilza Santana da Cruz (Fagote).

Serviço
O quê: Sexteto Opus Lúmen
Quando: 10 de janeiro, às 15h
Onde: Palacete das Artes (Rua da Graça, 284)

O quê: Camerata “Quarteto Novo”
Quando: 10 de janeiro, às 18h
Onde: Museu de Arte da Bahia -(Avenida 7 de Setembro, 2340, Corredor da Vitória)

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Arte do presépio natalino apresentada no Corredor da Vitória

As peças são históricas e representam a visão barroca do nascimento de Cristo

O Museu de Arte da Bahia está com as portas abertas para comemorar o Natal apresentando a tradicional exposição de presépios. A mostra reúne várias representações do nascimento do Menino Jesus, interpretadas por artistas e artesãos populares, da Bahia, Pernambuco, Pará, Brasília e Goiás, além de peças de Portugal (Minho-Barcelos, Vila do Conde e Alentejo/Estremoz).

As figuras que compõem os presépios de tradição popular são confeccionadas, preferencialmente, em cerâmica e madeira, assim como os presépios clássicos executados na Bahia, no século XIX (exposto num oratório) e a representação da Sagrada Família (em cerâmica pintada) executado por um ceramista português, na segunda metade do século XVIII.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Salvador de 1951 é descrita em guia relançado pela UFBa

Museu de Arte da Bahia abriu as portas para mais um evento cultural
O lançamento da segunda edição do livro Bêabá da Bahia - Guia Turístico, de José Valladares (Edufba, 2012) reuniu uma plateia atenta no início da noite desta terça-feira, 24, no Museu de Arte da Bahia, no Corredor da Vitória, instituição da qual o autor foi o fundador e um dos diretores (de 1939 a 1959). O evento foi realizado no auditório do MAB, um dos poucos casarões que ainda restam na rua que já foi a mais charmosa da cidade, com uma mesa redonda da qual participaram o professor Fernando da Rocha Perez, que assina o prefácio da publicação, o arquiteto Lourenço Muller, doutor em urbanismo e ciências socais, e a atual diretora do museu, Sylvia Athayde, que leram trechos e falaram sobre o autor.

José Valladares, que faleceu em 1959 em acidente aéreo, foi um grande incentivador das artes plásticas na Bahia, sendo um dos idealizadores do Museu de Arte Moderna (hoje funcionando no Solar do Unhão, na Avenida Contorno) e criador dos Salões Bahianos de Belas Artes. O guia - publicação imperdível para um visitante que queira agregar cultura e história à sua estadia na cidade - passeia, através das palavras do autor e das ilustrações do artista carioca Carlos Thiré (1917-1963), pai do ator e diretor Cecil Thiré, pela Cidade da Bahia do início dos anos 50. A primeira edição data de 1951. A sonhada segunda edição não chegou a sair, mas foi resgatada este ano como um dos títulos da Coleção Nordestina da Editora da  Universidade Federal da Bahia. Na mesa redonda, os participantes destacaram trechos do livro que dão a medida da delícia de texto que é o Bêabá da Bahia. Eles criticaram ocupação desordenada dos espaços em Salvador e a especulação imobiliária, entre outros fatores que diferenciam a atual da capital baiana descrita em 1951.