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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

O belo campus da universidade federal

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O bairro de Ondina é conhecido nacionalmente por ser um dos circuitos do Carnaval de Salvador (Circuito Osmar, entre este bairro e a Barra). Já foi o principal pólo hoteleiro da capital baiana e ainda hoje abriga grandes hotéis. É lá que fica um dos campi da Universidade Federal da Bahia. O lugar é muito bonito e agradável, com seus jardins e áreas verdes, o que, aliás, é comum em Ondina, onde também fica o Jardim Zoológico. Um dos locais mais aprazíveis do campus é a área em torno da biblioteca da UFBA.

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A Biblioteca Reitor Macedo Costa e a vista dos prédios do bairro de Ondina.

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Na biblioteca, a pausa para por a conversa em dia, a leitura e aguardar a próxima aula.


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Observar a beleza das obras de arte do mural da biblioteca pode ser uma boa opção para relaxar.


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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Salvador de 1951 é descrita em guia relançado pela UFBa

Museu de Arte da Bahia abriu as portas para mais um evento cultural
O lançamento da segunda edição do livro Bêabá da Bahia - Guia Turístico, de José Valladares (Edufba, 2012) reuniu uma plateia atenta no início da noite desta terça-feira, 24, no Museu de Arte da Bahia, no Corredor da Vitória, instituição da qual o autor foi o fundador e um dos diretores (de 1939 a 1959). O evento foi realizado no auditório do MAB, um dos poucos casarões que ainda restam na rua que já foi a mais charmosa da cidade, com uma mesa redonda da qual participaram o professor Fernando da Rocha Perez, que assina o prefácio da publicação, o arquiteto Lourenço Muller, doutor em urbanismo e ciências socais, e a atual diretora do museu, Sylvia Athayde, que leram trechos e falaram sobre o autor.

José Valladares, que faleceu em 1959 em acidente aéreo, foi um grande incentivador das artes plásticas na Bahia, sendo um dos idealizadores do Museu de Arte Moderna (hoje funcionando no Solar do Unhão, na Avenida Contorno) e criador dos Salões Bahianos de Belas Artes. O guia - publicação imperdível para um visitante que queira agregar cultura e história à sua estadia na cidade - passeia, através das palavras do autor e das ilustrações do artista carioca Carlos Thiré (1917-1963), pai do ator e diretor Cecil Thiré, pela Cidade da Bahia do início dos anos 50. A primeira edição data de 1951. A sonhada segunda edição não chegou a sair, mas foi resgatada este ano como um dos títulos da Coleção Nordestina da Editora da  Universidade Federal da Bahia. Na mesa redonda, os participantes destacaram trechos do livro que dão a medida da delícia de texto que é o Bêabá da Bahia. Eles criticaram ocupação desordenada dos espaços em Salvador e a especulação imobiliária, entre outros fatores que diferenciam a atual da capital baiana descrita em 1951.