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segunda-feira, 30 de junho de 2014

Tudo pronto para festejar o 2 de Julho na capital baiana

Caboclo representa o povo baiano na luta pela independência do Brasil

Nesta quarta-feira, 2, é comemorada a Independência do Brasil na Bahia, também conhecida como Dois de Julho, celebrada há 191 anos, quando o movimento popular liderado pelo povo baiano conseguiu consolidar a libertação do Brasil do domínio português.

A programação dos festejos que relembram o feito histórico e que acontecem até o sábado, 5, foi divulgada pela Prefeitura do Salvador por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM), que coordena as ações na capital baiana.

O Fogo Simbólico começou a ser conduzido por soldados do Exército e atletas baianos, da cidade de Cachoeira para Salvador e chega hoje à capital baiana, às 16h. Após passar pelas cidades de Saubara, Santo Amaro da Purificação, São Francisco do Conde, Candeias e Simões Filho, o Fogo Simbólico acenderá uma pira no Largo de Pirajá, na capital baiana.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Moradores de Salvador celebram o 2 de julho

(Foto: Mateus Pereira/Secom Bahia)
Nesta segunda-feira, 2 de julho, feriado em Salvador, os moradores da capital celebraram a consolidação da Independência do Brasil, que aconteceu no dia 2 de julho de 1823 com a expulsão definitiva das tropas portuguesas do território brasileiro. O desfile cívico e popular acontece, todos os anos, saindo do bairro da Lapinha e percorrendo todo o centro histórico e centro antigo até o Campo Grande, onde fica o monumento ao símbolo da festa, o Caboclo. A data cívica dá nome ao jardim onde fica o famoso Teatro Castro Alves e também, onde é instalada, no Carnaval, a mais tradicional passarela da festa (Circuito Osmar).

O desfile refaz todo o percurso que as tropas de resistência, sob o comando do General Labatut, fizeram de volta a Salvador após derrotarem e expulsarem as tropas portuguesas do general Madeira de Mello. Na foto, os carros dos caboclos - símbolo do 2 de julho - começam a subida da Ladeira do Pelourinho. Em primeiro plano, a lateral de um dos carros dos caboclos, a lateral da Igreja de Nossa Senhora do Rosário (historicamente conhecida como Rosário dos Pretos, construída por escravos e ex-escravos) e, ao fundo, vê-se o casarão da Fundação Casa de Jorge Amado.

É uma festa popular muito interessante também para o turista que estiver na cidade no período. As casas, ao longo do percurso, principalmente os sobrados do histórico bairro do Santo Antônio, têm as fachadas enfeitadas com motivos da data, crianças vestem-se de caboclos e de personagens históricas como a madre Joana Angélica ou a soldado Maria Quitéria, e fazem encenações Bandeiras da Bahia e belas colchas e toalhas de mesa de rendas são penduradas nas varandas. Trata-se de um visual muito bonito. No Campo Grande, todos os anos, ao final do desfile, acontecem concertos de fanfarras de cidades do interior da Bahia.