![]() |
| Tradicional e elegante, a baiana e seus quitutes fazem parte de Salvador |
O jornal Correio publicou nesta sexta-feira, 13, uma ampla matéria sobre a fiscalização que a Prefeitura de Salvador começará na cidade junto às baianas do acarajé que comercializam o mais tradicional quitute da capital baiana. De acordo com o Correio* (clique e leia a matéria completa), a prefeitura anunciou que publicará em 20 dias uma portaria para atualizar um decreto de 1998 (número 12.175), que regulamenta o ofício das baianas do acarajé e dos vendedores de mingau em Salvador. Uma rigorosa fiscalização da venda do produto na capital baiana começará logo em seguida.
| Baiana de eventos e sua bela indumentária que enfeita a cidade |
O objetivo da medida municipal é a preservação da cultura e evitar a descaracterização de um dos principais símbolos da Bahia. A baiana, seu ofício e os quitutes, especialmente o acarajé, são tombados como patrimônio imaterial nacional pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), justifica o executivo municipal. Um dos principais motivos da polêmica seria a venda do produto por pessoas que têm evitado usar os trajes típicos e que, inclusive, criam novos nomes para o tradicional acarajé.

