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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Câmara instala Frente em Defesa das Baianas do Acarajé

http://salvadoremumdia.blogspot.com
Atividade da venda do acarajé será tema de audiência pública em Salvador

Uma audiência pública marcada para a próxima segunda-feira, 13, debaterá fortalecimento da categoria e manutenção da tradição cultural das baianas do acarajé, reconhecida como patrimônio imaterial da Bahia. O evento será realizado, às 9h, no Centro Cultural da Câmara Municipal e Salvador, quando será instalada a Frente Parlamentar em Defesa das Baianas de Acarajé.

A proposta da CMS é ampliar o debate sobre o exercício da profissão, ouvindo as interessadas, a Associação das Baianas de Acarajé e Mingau (Abam), órgãos públicos e sociedade civil para que juntos possam identificar critérios a serem adotados pelos organismos competentes no licenciamento da atividade na orla de Salvador.

Idealizada pela vereadora Fabíola Mansur (PSB), a Frente Parlamentar em Defesa das Baianas de Acarajé é composta também pelos vereadores Silvio Humberto (PSB), Arnando Lessa e Gilmar Santiago, ambos do PT; Aladilce Souza (PCdoB), Edvaldo Brito (PTB), Tia Eron (PRB), Ana Rita Tavares (Pros) e Hilton Coelho (PSOL). (Fonte: CMS. Foto: Silvianasci/salvadoremumdia)

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

25 de novembro é o Dia da Baiana!

Foto: Silvianasci Blog Salvador em um dia

Atuando em eventos, posando para fotos de turistas no Centro Histórico ou no dia a dia da venda do acarajé nas ruas da (Cidade da) Bahia, elas são o símbolo maior da nossa cultura. Nossas homenagens à Baiana (do Acarajé) no seu dia!

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Baiana do acarajé será fiscalizada para preservar a tradição

Foto: Silvianasci salvadoremumdia
Tradicional e elegante, a baiana e seus quitutes fazem parte de Salvador
O jornal Correio publicou nesta sexta-feira, 13, uma ampla matéria sobre a fiscalização que a Prefeitura de Salvador começará na cidade junto às baianas do acarajé que comercializam o mais tradicional quitute da capital baiana. De acordo com o Correio* (clique e leia a matéria completa), a prefeitura anunciou que publicará em 20 dias uma portaria para atualizar um decreto de 1998 (número 12.175), que regulamenta o ofício das baianas do acarajé e dos vendedores de mingau em Salvador. Uma rigorosa fiscalização da venda do produto na capital baiana começará logo em seguida.

Baiana  de eventos e sua bela indumentária que enfeita a cidade
O objetivo da medida municipal é a preservação da cultura e evitar a descaracterização de um dos principais símbolos da Bahia. A baiana, seu ofício e os quitutes, especialmente o acarajé, são tombados como patrimônio imaterial nacional pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), justifica o executivo municipal. Um dos principais motivos da polêmica seria a venda do produto por pessoas que têm evitado usar os trajes típicos e que, inclusive, criam novos nomes para o tradicional acarajé.

sábado, 24 de novembro de 2012

Missa e cortejo marcam festejos pelo Dia Nacional da Baiana


A Bahia vai festejar o seu principal símbolo, a baiana do acarajé, neste fim de semana, com muito samba pelas ruas do Centro Histórico de Salvador. A programação começa no sábado (24), das 8 às 18h, com a realização do 3º Seminário de Formação de Baianas, no Memorial, localizado na Praça da Cruz Caída (antigo Belvedere da Sé). Aberto ao público, o seminário terá entre os palestrantes o historiador Jaime Sodré, a Yalorixá Jaciara Ribeiro, representantes do Ministério da Cultura, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a secretária de Políticas para as Mulheres do Estado da Bahia, Vera Lucia da Cruz Barbosa.

No domingo (25), Dia Nacional da Baiana, instituído desde 2010, uma missa na Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos (1704), no Pelourinho, abre as comemorações, a partir das 9h. Após a celebração, homenageadas e convidados saem em cortejo pela Ladeira do Pelourinho, Terreiro de Jesus e Praça da Sé, acompanhadas de bandas tocando samba, até a Praça da Cruz Caída, onde a programação prossegue com um almoço e mais festa com os grupos Samba de Roda Urbano, Samba do Tororó, Bicho da Cana, Catadinho do Samba, Samba de Roda Fogueirão e Samba Quem Bossa. As comemorações têm apoio da Bahiatursa.

Com suas vestes brancas, pulseiras e colares, saia rodada e torço na cabeça, a baiana é, desde meados do século passado, a melhor representante do povo da Bahia para o turismo. Sorriso largo e fitinhas do Bonfim nas mãos, ela recepciona turistas nos aeroportos e portos das cidades, participa de festas de largo e carnavais, dentro e fora do país, e representa o Brasil em eventos nacionais e internacionais.

De acordo com a Associação das Baianas de Acarajé, Mingau, Receptivo e Similares no Estado da Bahia (ABAM) existem na Bahia, aproximadamente, seis mil profissionais (em torno de três mil em Salvador) que vivem e sustentam suas famílias através do ofício de baiana (ou baiano) do acarajé ou do receptivo turístico, já reconhecido como bem imaterial brasileiro, tombado no Livro dos Saberes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), desde 2005, e da Bahia, através do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac), desde 26 de outubro de 2012. (Fonte: Setur BA. Foto: silvianasci/flickr)

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Ofício de baiana do acarajé será patrimônio imaterial

Saber e modo de fazer o acarajé serão protegidos por decreto estadual


O ofício de baiana do acarajé será considerado Patrimônio Cultural Imaterial da Bahia. O reconhecimento propicia que o saber e o modo de fazer do Acarajé tenha a continuidade garantida por políticas de proteção, de leis que preservem a tradição, pela divulgação dos conhecimentos e apoio oficial às entidades relacionadas às baianas e fomentar a melhoria das condições de produção, reprodução e circulação relacionadas ao bem cultural, dentre outras iniciativas.

O reconhecimento será feito através de decreto. O governador da Bahia, Jaques Wagner, assina nesta sexta-feira, 26, em solenidade realizada às 11h, no Centro Administrativo da Bahia, em Salvador. O ofício será registrado no Livro Especial de Saberes e Modos de Fazer do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), vinculado à Secretaria de Cultura do Estado.

A solicitação de registro foi requerida pela Associação das Baianas de Acarajé e Mingau (ABAM), que mesmo com o reconhecimento federal garantido via Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), quis também o registro também estadual, por se tratar de uma prática  da Bahia. O registro engloba os rituais envolvidos na produção, nos modos de fazer, na preparação do local de venda (tabuleiro), na arrumação no tabuleiro do acarajé e dos demais quitutes disponíveis. (Fonte: Secom Bahia. Foto: silvianasci/salvadoremumdia)