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| Momento de descontração durante uma das paradas na avenida (2011) |
Há experiências culturais e históricas em Salvador que também podem ser experimentadas pelos turistas que visitam a cidade durante o carnaval. Algumas delas estão nos blocos afros, nos afoxés mas, especialmente, também nos blocos de bairro, integrados por amigos de longas datas, vizinhos, familiares, colegas de trabalho ou de escola e faculdade. Vá que depois eu vou é uma destas propostas, abertas a quem chegar.
O bloco sem cordas, composto inicialmente por amigos de infância e familiares, hoje também recebe estudantes e profissionais liberais de várias partes da cidade. É animado por banda de sopro e percussão e sai todos os anos do bairro do Politeama em direção ao tradicional circuito da avenida, o Circuito Osmar, no centro antigo da capital baiana. O desfile acontecerá, mais uma vez, no início da tarde do sábado de Carnaval, 1º de março.
Capitaneada pelos amigos Jayme Quintas e Ricardo Pedreira, a concentração da folia no Politeama começa às 9h30, com o esquenta dos associados. Sair no Vá que depois eu vou custa R$ 100 (a camisa) e o bloco é misto. O show é para todos, mas a feijoada, cerveja e refrigerantes, além do sorteio dos brindes, apenas para os associados. A banda convidada - com cavaquinhos, percussão e violões - toca até a chegada da banda oficial, esta a base de sopro e percussão.
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| A arte de Tarsila do Amaral inspirou o bloco este ano |


