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O belo palácio do Gabinete Português de Leitura, na Praça da Piedade, centro de Salvador.
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| Contrastes da nova e da antiga Salvador (Foto: silvianasci/salvadoremumdia) |
Cidade da Bahia (29 de março de 1549), terceira cidade a ser fundada no Brasil, depois de Olinda (PE), a segunda, e São Vicente (SP), capital do país por 214 anos. Seus conjuntos históricos e culturais ostentam títulos, como o de Patrimônio da Humanidade para o casario do Pelourinho e adjacências, patrimônios imateriais, com o acarajé e a capoeira, entre outros. O segundo maior conjunto de azulejos (históricos) portugueses está em Salvador, mais precisamente na Igreja da Ordem Terceira de São Francisco (Terreiro de Jesus, Centro Histórico). O primeiro está em São Vicente de Fora, em Lisboa (Portugal). Na mesma igreja fica o único registro de como era Lisboa antes do grande terremoto de 1755, em azulejos portugueses.
De acordo com o último Censo, Salvador tem uma população de 2.675.656 moradores (dados do IBGE). E nem precisa dizer: boa parte adora Carnaval, festa, praia e um bom prato de comida típica, com pimenta, claro. Vai encarar?
Ao mesmo tempo em que o perfil histórico e de praias encantam, Salvador enche o olhar de qualquer fotógrafo ou turista por algumas linhas futuristas que vão contrastando um céu azul que insiste em persistir na maior parte do tempo em nossa cidade.
Moradores, pelo costume do dia-a-dia, e turistas, pelas imagens que já têm em mente quando chegam à capital baiana, deixam, às vezes, de apreciar coisas assim, como o conjunto do Cempre, na Avenida Tancredo Neves. São dois blocos, de fachadas cheias de grafismos que vão se entrelaçando à medida em que o olhar se afasta delas, no movimento do carro ou do ônibus. Um encanto. Vale a pena ver, fotografar, filmar e apresentar aos amigos: esta também é Salvador!