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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Baianas comemoram seu dia com missa na Igreja do Rosário


Igreja de Nossa Senhora do Rosário às Portas do Carmo e seu belo azul
Esta terça-feira, 25, é dia de festa para as baianas. Elas comemoram seu dia com missa, às 10h, na Igreja de Nossa Senhora do Rosário às Portas do Carmo, mais conhecida como Igreja do Rosário dos Pretos, localizada no Largo do Pelourinho, no Centro Histórico de Salvador.

Desde 2005, as baianas do acarajé têm o ofício tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

A figura da baiana representa do estado em grandes acontecimentos

De acordo com dados da Associação das Baianas de Acarajé, Mingau, Receptivo e Similares do Estado da Bahia (Abam), existem cerca de três mil profissionais atuando somente na capital baiana.

“No momento estamos fazendo um mapeamento para saber qual é o número real de baianas que existem na cidade, pois nem todas que trabalham na cidade fazem parte da associação”, explica a presidente da instituição, Rita Santos.

Segundo ela, hoje o ofício está disseminado também por todo o país. A Abam já identificou baianas trabalhando em cidades como Fortaleza, Rio de janeiro, Recife, São Paulo e Porto Alegre.

Baianas de eventos, uma das categorias da profissão de baiana

História - Iniciado no período da escravidão, a venda do acarajé acontecia somente à noite por mulheres, que mercavam caminhado pelo centro da cidade. Essa forma de comercializar o produto durou até a primeira metade do século XX, período em que o bolinho ainda era vendido só com pimenta. Com os primeiros tabuleiros abancados vieram os recheios que conhecemos hoje (vatapá, camarão, salada etc).

Ione, baiana que vende acarajés em grandes eventos, como o Carnaval

As bancas ou tabuleiros são passados de uma geração a outra, assim como crença nos orixás cultuados nos terreiros de candomblé. (Fonte: Agecom. Fotos: silvianasci/salvadoremumdia)

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

25 de novembro é o Dia da Baiana!

Foto: Silvianasci Blog Salvador em um dia

Atuando em eventos, posando para fotos de turistas no Centro Histórico ou no dia a dia da venda do acarajé nas ruas da (Cidade da) Bahia, elas são o símbolo maior da nossa cultura. Nossas homenagens à Baiana (do Acarajé) no seu dia!

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Baianas do acarajé deixam as areias da praia

Blog Salvador em um dia

A notícia é do site Correio. As baianas do acarajé não poderão comercializar seus quitutes nas areias das praias de Salvador. A medida judicial avaliou riscos de queimaduras e acidentes com o azeite fervente e a possibilidade do produto poluir a areia. A comunicação oficial já foi feita à à Associação de Baianas de Acarajé (Abam) em reunião na sede da Justiça Federal, em Salvador. De acordo com a sentença da 13ª Vara nem o tacho nem o tabuleiro ficarão na faixa de areia, mas a Prefeitura assegurou que as tradicionais vendedoras de alimentos terão lugar certo no calçadão da orla, que será requalificada, e poderão enviar 'garçons' à areia para oferecer seus quitutes. Leia a matéria completa no site Correio*. 

sábado, 24 de novembro de 2012

Missa e cortejo marcam festejos pelo Dia Nacional da Baiana


A Bahia vai festejar o seu principal símbolo, a baiana do acarajé, neste fim de semana, com muito samba pelas ruas do Centro Histórico de Salvador. A programação começa no sábado (24), das 8 às 18h, com a realização do 3º Seminário de Formação de Baianas, no Memorial, localizado na Praça da Cruz Caída (antigo Belvedere da Sé). Aberto ao público, o seminário terá entre os palestrantes o historiador Jaime Sodré, a Yalorixá Jaciara Ribeiro, representantes do Ministério da Cultura, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a secretária de Políticas para as Mulheres do Estado da Bahia, Vera Lucia da Cruz Barbosa.

No domingo (25), Dia Nacional da Baiana, instituído desde 2010, uma missa na Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos (1704), no Pelourinho, abre as comemorações, a partir das 9h. Após a celebração, homenageadas e convidados saem em cortejo pela Ladeira do Pelourinho, Terreiro de Jesus e Praça da Sé, acompanhadas de bandas tocando samba, até a Praça da Cruz Caída, onde a programação prossegue com um almoço e mais festa com os grupos Samba de Roda Urbano, Samba do Tororó, Bicho da Cana, Catadinho do Samba, Samba de Roda Fogueirão e Samba Quem Bossa. As comemorações têm apoio da Bahiatursa.

Com suas vestes brancas, pulseiras e colares, saia rodada e torço na cabeça, a baiana é, desde meados do século passado, a melhor representante do povo da Bahia para o turismo. Sorriso largo e fitinhas do Bonfim nas mãos, ela recepciona turistas nos aeroportos e portos das cidades, participa de festas de largo e carnavais, dentro e fora do país, e representa o Brasil em eventos nacionais e internacionais.

De acordo com a Associação das Baianas de Acarajé, Mingau, Receptivo e Similares no Estado da Bahia (ABAM) existem na Bahia, aproximadamente, seis mil profissionais (em torno de três mil em Salvador) que vivem e sustentam suas famílias através do ofício de baiana (ou baiano) do acarajé ou do receptivo turístico, já reconhecido como bem imaterial brasileiro, tombado no Livro dos Saberes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), desde 2005, e da Bahia, através do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac), desde 26 de outubro de 2012. (Fonte: Setur BA. Foto: silvianasci/flickr)